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Os perigos da hipertensão em pessoas idosas!


A hipertensão é uma doença caracterizada por um aumento perigoso dos níveis da pressão arterial e que é bastante comum na terceira idade. Com o passar do tempo e o avanço da idade é comum que algumas mudanças ocorram no corpo do indivíduo, principalmente com a pressão arterial.


A pressão alta em idosos é um problema que pode desencadear complicações clínicas significativas e diminuir a qualidade de vida desses indivíduos. É uma doença que não tem uma causa determinada, mas sim fatores de risco para o seu desenvolvimento. Dessa forma, é fundamental evitar alguns comportamentos e investir em outras atitudes em prol da saúde.


Dentre os fatores de risco, destacam-se os não modificáveis, como idade avançada, indivíduo de raça negra e portadores de componentes genéticos que alteram a pressão nos vasos sanguíneos. Os fatores de risco modificáveis incluem elevado consumo de cloreto de sódio na forma de sal, sedentarismo, baixa condição socioeconômica, dieta rica em gorduras e carboidratos simples — o que favorece a obesidade, diabetes tipo dois, tabagismo, entre outros.


Quais são os riscos da hipertensão em idosos?


A pressão arterial não controlada pode levar ao aparecimento de problemas cardiovasculares, cerebrais e renais. Isso ocorre porque há uma sobrecarga no sistema circulatório, impactando em outro órgão importante para o funcionamento normal do organismo: o coração.


No que diz respeito aos problemas cardiovasculares, é importante frisar a possibilidade de ocorrência de insuficiência cardíaca congestiva ou coronariana, infarto agudo do miocárdio e diminuição do retorno venoso, o que possibilita o aparecimento de tromboembolismo. Já os problemas cerebrovasculares, incluem o acidente vascular isquêmico, condição em que se diminui a quantidade de sangue para algumas regiões do cérebro, o que pode gerar sequelas definitivas.


As complicações renais se referem à insuficiência desse órgão em filtrar adequadamente as substâncias do corpo, aumentando o inchaço do paciente e diminuindo a funcionalidade do órgão. Alguns indivíduos evoluem para a fase terminal da insuficiência, necessitando de diálise peritoneal ou transplante de rim.


A pressão elevada na terceira idade deve ser combatida para evitar as complicações anteriormente mencionadas. Sendo assim, a mudança de comportamento e o acompanhamento clínico contínuo são fatores fundamentais para evitar a doença.



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